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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sozinho em casa

Aqui estou eu, assistindo TV e filosofando no sofá em uma sexta a noite, sozinho em casa como de costume.
eu, filosofando
Minha mãe liga perguntando se eu já cheguei e diz que não vai demorar. Então bate em mim uma fome e vou pra cozinha para fazer, por que não, uns pães com manteiga...

Mas logo quando eu pego a faca sinto algo errado, estranhamente ela cai da minha mão e por pouco não fura meu pé. Teria eu perdido o controle das mãos? Certo que não, lavo e passo manteiga no pão normalmente, mas quando o levo a boca, meu cotovelo bate fortemente no pote de manteiga levando-o ao chão e... 

Pergunta: Se o lado da torrada com manteiga sempre cai do lado de baixo, um pote aberto cai com a parte aberta virada para cima ou para baixo?
 
Resposta: Para a minha sorte, não caiu para baixo, o que com certeza derramaria tudo, mas para o meu azar também não caiu para cima, o que poderia acabar minha pequenina crônica desventurada. Ele caiu de lado, derramando metade da manteiga do pote que eu acabara de abrir.

Procurando um jeito de arrumar isso antes que o pessoal da casa chegasse -lê-se mamãe- (o que não ia demorar nem mais 10 minutos) vou até o banheiro e pego um pouco de papel higiênico, quando volto vejo Puff (meu dog) lambendo a manteiga no chão. "PUFF!!!!" eu grito, ele nem vira. Sou forçado então a segurar ele com o braço esquerdo, enquanto a mão direita tenta limpar a sujeira no chão.
pra quem ficou curioso, esse é o puff

Logo percebo que o papel higiênico -não vou abreviar pra ph por motivos óbvios- que peguei não é o suficiente, então lá vou eu, segurando meu dog com o braço esquerdo, tirar mais papel. Bom, para um cara que deixou cair uma faca e um pote de manteiga com as duas mãos livres, imagine então ele tentando tirar papel higiênico com apenas uma mão... Se você imaginou que o rolo ia cair, ia rolar até o box e ia se molhar todo, parabéns, você acertou!

A boa notícia é que com o p.higiênico estragado, eu não tenho que economizar, então lá vou eu limpar... *celular tocando* "QUEM SERÁ NUMA HORA CRÍTICA DESSAS?" -vovó é a resposta. (é, as ligações que recebo se resumem entre minha mãe e minha avó) "Pablo? Já chegou?..." -Não posso perder tempo falando no celular.

Bolo um jeito de fazer tudo ao mesmo tempo: seguro Puff com o braço esquerdo, limpo a manteiga com a mão direita, apoio o celular -que por duas vezes ameaça cair- entre o ombro e a orelha. a conversa acaba ao mesmo tempo que limpo o chão, finalmente livro o peso de Puff do meu braço esquerdo, pego um troço com 'limpador de uso geral' escrito em baixo, com letras miúdas (fiquei em dúvida entre esse e um tal de pinho sol, acho que dessa vez acertei) e acabo de limpar o chão.
limpar a casa com essas coisas é fácil, quero ver limpar manteiga com rolo de papel higiênico, segurando o cachorro e falando com a avó no telefone (sem fone)
Nesse momento ouço o carro chegando, vou correndo ao banheiro e jogo o rolo inteiro dentro do lixo, torcendo para que ninguém o veja dentre os papéis, corro pra pegar outro, piso no xixi de Puff,que ele acabara de fazer (tenho que confessar que quase agradeci por ele não ter feito em mim, com tanto tempo eu o segurando), limpo meu pé no primeiro pano que ele toca e quando abrem a porta da sala eu to colocando o rolo no banheiro. -ufa.

Enfim, me lembrar desse dia e escreve-lo me deu fome, mas aprendi a lição: quando tô sozinho em casa coisas acontecem, é melhor esperar pra comer quando eles chegarem. ;/

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Thank you Steve


Steve Jobs Morre Steve Jobs
quem é esse galã? foi um dos maiores gênios que eu em vida pude admirar
A cor das minhas palavras revelam a minha tristeza, refletem meu luto.

É verdade. Mesmo que eu não queira acreditar. 
A Apple confirmou. Aos 56 anos de idade morre um dos homens mais importantes do nosso mundo contemporâneo.
Não sei nem o que dizer.
Eu estava na maior alegria rindo com fotos no Facebook quando vejo um "Steve Jobs morreu". Claro que não acreditei, já tinha visto isso antes, saiu até na Bloomberg... Mas quando vi a confirmação da Apple minhas falsas esperanças desmoronaram.
Abri o Twitter, mas não conseguia tweetar. Não conseguia escrever. Não conseguia. Eu sei, parece um exagero, mas fiquei muito abalado. Então tweetei simplesmente um 'cara, steve jobs morreu :/' como quem não tava muito ai por isso. 
Só então lembrei de tudo o que sou grato por ele: as ideias de simplicidade, a genialidade de antecipar as tendências, a revolução feitas na tecnologia, o investimento nos desenhos - quando criança era muito fã de toy store, nem sabia que a Pixar era dele, por investir na musica digital, nos PC, smartphones, tablets, enfim...  Mas principalmente por esse futuro que vivo hoje e pelas mentes influenciadas por ele que farão o amanhã.
já sinto a sua falta mr. jobs, espero que esteja em um lugar melhor
Mesmo usando as coisas da Microsoft, não por escolha, mas por falta de dinheiro para comprar produtos de qualidade, eu amo a Apple, sou um apaixonado pelo trabalho dele, pela inteligência simples unida à funcionalidade, ao design.
Como eu, sei que muitos admiradores estavam acompanhando sua batalha contra o câncer de pâncreas, sofrendo ao vê-lo tão magro. Por várias vezes, desde o primeiro diagnóstico e o transplante, nós acreditávamos que, quem sabe, ele escapasse. Até que surgiu o câncer no pâncreas.
E aí veio a notícia de que ele deixaria seu cargo de CEO da Apple. Ontem, acompanhamos o lançamento do iPhone4S sem ele.
Aqui no Brasil, entrei na campanha SteveJobsDay , 14 de outubro. Sim, estávamos esperando por isso, era fatal, não tinha mais saída.
Good job, Steve.
Thanks for everything.
Não sou de idolatrar ninguém, mas eu sempre fui muito, muito seu fã.
Um dia mordi sua maçã e provei da árvore do conhecimento.
Vou seguir na busca.
_________________________________ _ _ _
A capa do site da www.apple.com
stevejobs 640x425 Morre Steve Jobs

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Eu e a lista de chamada

Dia de prova é sempre a mesma coisa, o professor manda a lista, a gente escreve e... bem, olha como é depois:

FRENTE:
COSTAS:




Até na lista de chamada eu sou forever alone... :'D

terça-feira, 19 de julho de 2011

Eu, na terra de Sarney

Hoje eu tive uma ideia


Daí eu fui na livraria e...



Por que eu ainda tento? Dx

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Primeira nota

Meu modo de ver minha primeira nota na facul:


Típica universitária na véspera da prova
Zero: era mais melhor nem fazer a prova, façamos na reposição.


0,5 - 2,5: Serve pra zoar o que tirou zero com um "tirei mais do que você! :P", já a nível de aprovação, serve tanto quanto a nota mínima.


3,0 - 4,5: Com sorte pode ser uma nota valiosa no futuro, mas é mais provável que vamos fazer reposição dessa, assim como quem tirou zero.


Cinco: Nota mais misteriosa de todas, pode tanto nos ajudar como prejudicar. Com três dessa tamo na final.


5,5 - 6,5: Ainda não é o desejado, mas dá pra passar só tirando essas notas.


Sete: Nota que a maioria sonha em tirar, três dessa nos leva pras férias mais cedo.


7,5 - 8,5: Dignas de um sorriso no rosto até mesmo pra quem buscava a nota máxima, mas que com o aprofundamento do curso, ficam mais difíceis de serem encontradas.


9,0 - 9,5: Suas aparições, tão comuns nos tempos de escola, são quase um mito na faculdade e ao contrário do que eram na época, não são um 'quase...', são um 'nossa!'


DEZ: Não sai, por mais perfeita que é a prova, no máximo chama um de seus amigos, ou o 9,7 ou o 9,8 ou 9,98 (parece sacanagem, mas é verdade), para vir no seu lugar




Incrivelmente na universidade é possível você passar por todas essas experiências... no mesmo semestre! 
Eu que o diga! ;/

quarta-feira, 22 de junho de 2011

sábado, 11 de junho de 2011

A Ponte para o Terror


Uma ponte, ou o projeto de uma, conhecida pelos habitantes de São Luís como Ponte do Jaracaty. O que deveria ser o caminho de um lugar ao outro, um atalho sobre o rio, é usado há muitos anos para causar terror por quem por ela passa. Todos os dias, não importando se é dia, tarde ou noite, estamos sujeitos a ser vítimas do que já se tornou um point para bandidos. E entre suas vítimas estão desde a própria equipe de tv, que mais tarde fez a reportagem sobre o próprio assalto e diversos outros que aconteceram nesse lugar. Entre os entrevistados estava meu padrasto, vítima de assalto por quatro marginais, que o levaram para o Bairro da Liberdade, famoso por ser um dos bairros mais perigosos de São Luís, senão o mais perigoso, e o atiraram nas costas, quando este tentou fugir, o que o deixou sem se locomover por meses. Pois bem, Hoje as 4 da tarde o Jaracaty foi de novo o palco de outro assalto, desta vez não só ele, mas também minha mãe e meu irmão, foram assaltados por de novo quatro bandidos armados de pistolas e facas, e num ato de covardia e humilhação eles partiram para o seu carro, que estavam atrás de outro carro, também rendido. Apesar de todo o pânico causado e tudo o que foi perdido, Graças a Deus não foi perdida alguma vida, só nos resta aguardar a justiça de Deus e, talvez, a justiça dos homens para que esses bandidos sejam punidos.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Bullying não tem graça

As coisas nunca mais tiveram o mesmo encanto

Era uma vez um garotinho, cuidadosamente educado pela mãe e pelo avô. Um garoto que guardava dentro de si uma ingênua felicidade e dizia um sincero "eu te amo" com uma naturalidade incrível. Era uma vez um garoto que só pelo seu sorriso arranjava mais amigos do que ele sabia contar, que se sentia um príncipe em uma terra cheia de encantos. Era uma vez um pequeno garotinho, de nome Pablo Henrique, e ele vivia todos os dias um lindo jardim da infância.

No entanto quando entrou no fundamental esse garoto encontrou aquele que iria transformar seu jardim encantado em um verdadeiro inferno. O vilão da turma tinha nome e sobrenome, mas, assim como o eu, era conhecido pelos seus dois primeiros nomes: Luís Antônio. Ele tinha muitas vítimas, é verdade, mas a preferida dele era esse menino que insistia em ser feliz, que insistia em dizer 'te amo titia' para a professora, e principalmente que insistia em não revidar, pois o meu silêncio era o que o ofendia.

E conforme os dias, os meses, os anos foram passando o vilão só ganhava mais e mais capangas e eu perdia cada vez mais a minha infância, minha alegria, meu amor, a minha ingenuidade. Já não acreditava mais em tudo e também não era mais digno da confiança de todo mundo. Talvez por guardar tanta mágoa por tanto tempo, por ficar tantas noites pensando como matá-los, torturá-los, mas sabendo que nunca seria capaz de algo assim, eu teria perdido o que me fazia ter amigos, teria perdido o brilho no olhar. Tantos anos sendo saco de pancadas me fez depois reagir, mas não com ele ou com algum de seus capangas, mas sim com aqueles cuja amizade eu ainda conseguia conquistar.
Todos os dias mais pesado ficava meu coração

Então, de um ano pro outro ele se foi. Eu estaria livre, se minha mágoa não continuasse dentro do meu inconsciente. Eu cresci, virei o rapaz mais alto da sala, apesar de magricela eu queria ter o respeito que não tinha antes, eu desci meu nível e o que no começo era uns soquinhos de brincadeira ficou cada vez mais sério. Muitas e muitas vezes eu fui levado pra diretoria. A diretora, sempre atenciosa, não entendia como um menino que tirava as melhores notas era capaz de tanta violência. Batia nos alunos fracos, nos burros, nos feios... Só precisava de uma provocação, e pode ter certeza que elas sempre vinham, parecia que eles gostavam de apanhar.

Eu estava crescendo, o garoto que era um fraco, que era zoado por todo mundo, que no meio da aula de geografia chegou a desmaiar com as 'brincadeiras', que no meio da aula de matemática levou um peido horroroso na cara, e foi na cara mesmo, só faltou ele esfregar a bunda, que no final da aula tinha que sair rápido para não apanhar, que quando saia para caminhar com o avô tinha que fingir que os xingamentos não eram pra ele e pro avô, entre tantas outras coisas que nem lembro mais, agora era um rapaz que achava que estava endireitando as coisas, a base da violência. E ele era o mais forte e estava sempre certo.

A sala era o ring, nosso ego, a plateia

Então Luís Antônio voltou. Mesmo estando em salas diferentes foi só uma questão de tempo para que o caminho dos dois se cruzassem e foi o ex-capanga de Luís e principal saco de pancadas do Pablo quem juntou os dois: "Quem é mais forte?" ele disse, foi o suficiente. Lá estávamos nós, na sala depois da aula, nós e a nossa altura tão grande quanto a ignorância de nossos punhos. Ele me derrubou, duas vezes. Eu era maior, mas ele era mais forte. No fim ele disse "Parabéns, você virou um homem" e estendeu o braço. Fiquei tentado a apertar sua mão e talvez ser respeitado por ele finalmente, mas no momento eu percebi que eu não era assim, eu não era o que eu tinha feito, eu era só uma vítima desse ciclo vicioso que é o bullying. Então, a partir daquele momento eu aos poucos voltei a ser amigável e com as pessoas certas.

Mas ele não foi o último, já no ensino médio na minha primeira semana em outra escola um brutamonte tentou me jogar do segundo andar. O motivo? Eu interrompi o bullying que ele fazia com um dos meus amigos. Só de ver alguém se deixar ser zoado já me irrita profundamente e eu não consigo deixar quieto, meu trauma de bullying virou uma incontrolável revolta que até hoje habita em meu ser.

Mas Por que eu estou dizendo isso? Porque recentemente, com toda essa moda de falar de bullying, eu li em um blog de um jornalista famoso que estava preocupado não com o bullying, mas sim com o cuidado excessivo que estão tendo com os bullyings atualmente. Segundo a opinião dele o bullying faz um garoto virar um homem, o faz aprender a se virar sozinho, a ganhar força e autoconfiança quando este supera a valentia sem ajuda. 

Não guarde para sí, isso é o por que se pode fazer. Conte.

Sinceramente? O bullying que eu sofri só me fez deixar de transmitir o que eu sentia, só me fez ser um garoto tímido e retraído e mais tarde um jovem brigão e revoltado, só me fez não conseguir demonstrar o que eu sentia por meu avô, mesmo ele sempre dizendo que me amava, só me fez ter esse bloqueio invisível que existe entre mim e o resto do mundo, que todos os dias luto para superar, mas talvez ainda demore muito para que eu consiga dizer oralmente um "eu te amo". Bullying não tem graça e nem, pelo menos para mim, algum benefício.

sábado, 16 de abril de 2011

Na parada de ônibus

Ela estava lá, esperando o ônibus, ela e mais umas 50 pessoas. O ônibus estava demorando, mas quando finalmente chega e todos os outros 50 entram ela prefere não entrar, afinal é uma senhora de 56 anos e detesta ficar em pé em um ônibus lotado.

Deveria ter entrado, até porque esse ônibus demora muito passar e não é seguro ficar esse tempo todo sozinha na parada, ainda mais em um bairro onde o índice de assalto por metro quadrado é bem alto, mas ela não tem medo de assalto, a não ser que o assaltado seja um parente próximo, ou um parente, ou um amigo, ou um conhecido, ou simplesmente alguém que apareceu no jornal, mas não quando é ela.

Dez minutos depois, ainda esperando o ônibus, ela avista dois jovens sem camisa vindo em sua direção. Em vez de sair, ela prefere ficar, pois eles podem estar simplesmente indo pegar um ônibus... Não era bem isso que eles queriam pegar:

-Perdeu coroa! -Fala o primeiro maluco apontando o dedo. O outro fica atrás pra ela não escapar. -Passa o celular!


-Quem te disse que eu tenho celular?


-Tá me tirando coroa? Tô vendo ele no teu bolso! Pelo tamanho deve dar um bom bagunho!


Realmente é difícil esconder um Motorola V3. Então, como qualquer outra pessoa, por mais que amasse seu celular, ela entregou o celular, certo? Errado!

-Quem disse que eu vou te dar meu celular, moleque? Ora, vai estudar!


Nesse momento um homem se aproxima e os dois moleques percebem. O que estava de guarda sai correndo primeiro. Furioso, o outro maluco dá um tapa com toda a força no rosto da senhora e foge também. O homem então vai ao socorro da mulher:

-A senhora está bem?


-Estou, eles queriam meu celular, mas não levaram nada não.


-Minha senhora, mesmo que a senhora goste muito do seu celular, nesses casos é melhor nem reagir...


-Não senhor, na verdade eu tô esperando o ônibus pra comprar outro celular no centro, eu odeio esse celular!


É, tá com cara de piada mesmo, quem dera que a senhora não fosse a mulher que vive me dizendo pra eu ter cuidado, que vive me ligando e me dizendo diversas coisas a respeito de segurança e afins, quem dera que a senhora não fosse a minha avó.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

Por onde anda a Loka do Rio Anil?

Tudo começou com uma foto...

Daqui a alguns dias vai fazer um ano que o shopping Rio Anil foi inaugurado e também vai fazer um ano que essa foto aí em cima foi tirada. Para quem não conheceu, essa garotinha alegre ficou conhecida internacionalmente como "the Rio Anil's Crazy" ou simplesmente "a Loka do Rio Anil".

Logo depois da sua primeira aparição diversos veículos da imprensa a procuraram, mas ela estava muito ocupada salvando o mundo, como uma Power Ranger:

Fico imaginando como seria seu megazord


Como em vez de ajudar ela explodia tudo, a Loka foi expulsa dos power rangers e então resolveu usar todo o seu talento para os filmes. Aliás ela já havia tido uma pequena participação em um filme do Harry Potter... lembra? Não? Pois olhe:

Lembrou agora?


Também participou como uma avatar...

Talvez ela seja de outro mundo mesmo...


Então ela resolveu participar de uma nova versão de Matrix: "Matrix Apocalipse"

Seria o fim de Matrix? Com ela no elenco...


Mas infelismente não foi bem sucedida nesse papel, já que não conseguiu entender o que é Matrix. Desempregada, ela então resolveu dar entrevistas aos principais jornais nacionais:

a Loka dando entrevista ao Jornal Nacional


Procurando uma forma de descarregar toda a sua energia, ela começou a participar das principais corridas, como a maratona...

Será que alguém consegue alcançar essa garota?


A corrida de São Silvestre...

E ganhou, é claro


E a Corrida de touros:

Corre menina! xD
E então, já mais calma, ingressou na política. A sua participação da eleição do DCE no IFMA foi o que desequilibrou as votações, quando ela declarou: "Eu também sou Chapa 1! YUHUUU!!" não teve outra, nem mesmo o fato de que a experiente Diddy Black fazia parte da Chapa 2 fez esta ser eleita.

Mas subitamente a Loka desapareceu, rumores indicam que ela usou o dinheiro da fama para navegar pelo mundo, conhecendo diversos países pobres e se envolvendo de corpo e alma nas suas guerras civis:

A Loka, fugindo do exército ditatorial


Já alguns contatos garantem que enquanto navegava ela caiu do barco e foi comida por um tubarão:

Não sei se riu ou fico com medo dessa cena


Outros garantem que ela virou uma morta-viva e anda perambulando pelos grandes centros, a procura de um shopping maior ainda:

"Não sei o quanto mais posso aguentar..."
Mas isso tudo são só rumores, assim como tantos outros a cerca dessa pessoa. O mais provável é que ela está quieta no canto só esperando a inauguração de outro grande shopping (O Shopping da Ilha talvez?) para voltar ao mundo business (ou não).


se você viu essa garota, comunique a polícia mais próxima imediatamente!


Afinal, por onde anda a Loka do Rio Anil?

quarta-feira, 9 de março de 2011

Vai tomar banho!


Às vezes, quando entediado e filosofando sobre a vida eu me lembro de coisas que queria falar, mas acabo me esquecendo. Uma delas foi minha experiência com o chuveiro na minha viagem pro Rio.
Em casa sempre foi tudo muito simples, banheirinho simples, chuveirinho simples. Mas ao chegar em uma casa que possuía chuveiro elétrico logo veio o primeiro problema: a sinalização da temperatura.
AAAAAH!! ISSO QUEIMAAA!!
Muitos banheiros não tem sinalização e você tem que ir arriscando. Alguns tem sinalização, mas é confusa: Verão e Inverno. O que isso quer dizer? Quer dizer que o Verão é quente então a água vai sair quente, ou quer dizer que, como estamos no Verão, a água vai sair fria para refrescar? Optei pela segunda opção... E é não, meus amigos, a resposta infelizmente é não, acredite. x_x' (E o inteligente aqui, já vendo que ambas eram quentes, colocou bem fraquinho, pra se acostumar aos poucos... Nunca, repito, nunca façam isso!! Dx)
Outra dúvida é a utilidade daquele cabo que sai do chuveiro. Acredite, toda vez que fui banhar, eu estudava aquilo, alguns eram fechados, outros abertos e nesses saiam água por eles... Isso não é desperdício de agua? sim, porque tá caindo direto no chão, poxa. Imaginei que tivesse algo a ver com a temperatura do chuveiro e nem perguntei, com receio de ser uma coisa óbvia e só eu não saber do que se trata.
Uma outra coisa que eu até tinha em casa, mas que não fazia ideia da utilidade era a mangueirinha... Sinceramente eu achava que aquilo era pra lavar o banheiro, mas pro meu espanto era pra lavar as pessoas com ele, ou no caso mais comum, suas partes.
Apesar das minhas dúvidas, não cheguei a passar vexame, talvez porque estava muito bem trancado. Já caí, já chorei de dor, já derrubei aquela cortina (ah como eu odeio essas coisas que ficam lá só pra bater na minha cabeça e cair...) diversas vezes, já subiu uma barata enquanto eu passava shampoo e este caiu no meu olho, entre outras coisas que não me lembro agora, mas graças à minha querida porta trancada e à distância na maioria das vezes do banheiro pro restos das pessoas, saí ileso a efeitos colaterais.
Só queria dizer que se você quer me xingar, acrecente um "em um banheiro desconhecido" ao seu "vai tomar banho!".

quinta-feira, 3 de março de 2011

Com o Pé Esquerdo

Hoje não tô pra ninguém
  • Acordo - com o celular tocando, no silencioso (já é a segunda vez que isso me acontece, realmente eu não me entendo)
  • São quase três horas - é engano (velha conhecida de outros posts...)
  • Me levanto - no momento em que apoio o pé - esquerdo - no chão uma barata sobe em minha perna (o que me faz despertar de verdade)
  • Vou à cozinha - piso no xixi de Puff (com o mesmo pé que a barata subiu, o esquerdo)
  • Limpo o pé no terraço - na volta escorrego na escadinha da porta e por pouco não volto a dormir... forçado (adivinha qual o pé que escorregou)
  • Ligo o PC - na esperança de alguém ter comentado alguma foto no álbum da viagem... o que não é o caso (fazer o quê, já tentei, mas não consigo deixar de me importar com essa pequena coisa)
  • Vejo o Messenger - ninguém on, o que estranhamente me faz lembrar que fui dormir cedo, exausto (isso porque só tive cinco horas de aula, normalmente são oito)
  • Lembro do sonho - estava eu brincando com a Mel, cadela de Carol, e geral tava na sua piscina, parecia ser aniversário de alguém (última - e única - coisa que me lembro, antes do celular - no silencioso - me acordar)
  • Desligo o PC - ao levantar bato meu joelho - esquerdo - na paradinha do teclado... o que faz um barulhão (primeira - e única - sorte que tive nessa madrugada: ninguém acordou)
  • Vou a cozinha, novamente - arrumo algo para comer, tanto azar me deu fome (tá, tudo me dá fome)
  • Encho os litros de água - sinto cãibra - achava que se escrevia 'caimbra', mas o dicionário me desmente novamente - na batata da perna... esquerda, o que me faz derrubar o galão de água e derramar quase dois litros de água, ou talvez até mais que isso, na cozinha (e me fazer desejar amputar a perna esquerda, que dor!! x__x)
  • Pego o caderno pra estudar - Eletricidade e Magnetismo, logo me dou conta que não tive terceiro ano, logo não sei nada sobre isso - e optei por fazer engenharia elétrica, vai saber -, logo não consigo fazer nenhuma das 'perguntinhas' -bem 'inhas', com letras minúsculas e que redem 7 linhas, em média - da folha de exercício (alguém aê dá uma aulinha rápida de eletricidade pra um estudante de engenharia elétrica? Dx)
  • Volto a dormir - ou pelo menos tento, me deitei 4:30, mas só consegui dormir depois de 6:30 (quando o pessoal já havia acordado)
  • Acordo - exausto e atrasado para a aula (nem quando eu tento dormir cedo eu consigo ter uma boa noite de sono =/)
  • São quase 13 horas - minha aula começa às 14 horas, sinto que vou perder a aula mais importante do período: Arquitetura de Sistemas Digitais (e a do professor mais severo também)
  • Me arrumo - tudo às pressas, o banho, o almoço, a roupa, os tênis... Há alguma coisa no meu tênis esquerdo, o que é? Ah que legal... é aquela barata! (se isso não é acordar com o pé esquerdo, então eu não sei o que é)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Desculpa, é engano...

           Até onde eu consigo, eu sou bem educado com estranhos. Por mais que eles me xinguem, xinguem minha conduta, minha inexistente amante, meus supostos amigos, me despedacem em xingamentos, eu sou bem educado com estranhos.
           Desde do início de Novembro tem uma mulher, uma senhora, que vem me ligando de madrugada achando que eu sou seu filho eu acho, filho esse bem mal educado por sinal. As vezes é uma voz mais jovem, o que me leva a entender que ele tem, ou tinha, uma namorada. Nessas vezes, é bem pior.
           Isso não é da minha conta, eu sei, mas... Não tô mais dormindo direito, quando durmo, e nem estudando muito bem, o que faço na maioria das madrugadas. Quando eu menos espero toca aquela musiquinha que eu coloco pra números que não conheço (depois de hoje coloquei uma musiquinha especial pro número "engano") e lá vou eu ou achar que alguém morreu (quando ligam de madrugada, é porque alguém morreu né?) ou ouvir mais uma gritaria de mulheres que não conheço.
            Certa vez, essa não esqueço, ela me xingou, me xingou, me xingou, me disse pra voltar pra casa, me xingou, xingou minha amante, xingou meus amigos, depois de eu finalmente perceber que não era eu (depois de tanto ela me xingar, já tava quase acreditando que era comigo), falei, como todas as outras, um singelo "desculpa, é engano". Ela pediu desculpas e desligou. 3 segundos depois (não deu tempo nem de soltar o celular) ela me liga de novo e diz "É tu sim, seu vagabundo, é melhor tu largar essa piranha e vir pra casa agora, antes que tua mãe acorde!" E então, em vez de dizer que é engano, eu falei: "Você é minha irmã?" E ela falou: "Tu tá bêbado, cachorro sem vergonha? Tu sabe que tu não tem irmã!" Daí eu: "Não tenho irmã? Então é engano."
Ligação errada na madrugada ninguém merece ¬¬
            Daí ela desligou, acho que finalmente ela acreditou x)

sábado, 4 de dezembro de 2010

Alone in the Dark

Cara eu queria fazer um post bunitin sobre a semana da Engenharia Elétrica na UFMA, das coisas boas que aprendi, das pessoas que lá conheci, de tudo que vi e ouvi e de certos casos que não parei de rir, maaaas... Não tem jeito, sempre a minha brincalhona vida reserva o melhor pro final.
                Não me entenda mal, o motivo principal de eu pensar em fazer um blog era falar da facu, da alta tensão que é fazer engenharia elétrica e até coloquei inicialmente um plano de fundo que me lembra a capa do meu livro de circuitos, mas quando penso em tc sobre isso acaba acontecendo coisas bem, er, coisadas comigo e acabam tomando espaço por aqui e hoje não foi diferente...
                Estou eu saindo da UFMA pela noite, depois de ter participado bastante das palestras pra um simples espectador (acho que me empolguei um tikin) felizão mesmo em um ônibus super saturado, vejo lá seu Jorge, que me olhou violentamente no dia anterior, mas inté ai tudo fine, tudo right.
                Foi quando eu peguei o segundo ônibus, quase vazio, que minha crônica começou: Depois de ligar pra mamãe dizendo que estou a caminho, um dos trens de sono que esta semana tem passado em minha estação de duas em duas horas me leva.
                -Ei! Ei! –ouço vozes? –Ei tu ai do fundo!
                O cobrador me acorda alguns segundos depois.
-Hã? –respondo confuso.
-Onde vai ficar?
-Ah, na próxima! –Falo puxando a corda e sabendo que devo ter passado da parada.
-Cara, que sorte hein? -Fala ele se achando por ter me acordado bem na hora, pelo menos é o que ele acha.
-Pois é... –Acho que sorte não é bem a palavra.
Desço do ônibus e a medida que recobro os sentidos, passo ver ao redor e... CARA ONDE É QUE EU TÔ? Uma avenida mal iluminada no meio do nada, eu não devo estar tão longe de casa, certo? Errado. Finalmente olho as horas e percebo que dormi por meia hora! Meia hora X Um ônibus correndo sem parar = EU TO LASCADO, LASCADIN NA PEDRA!
Pá dizer que sou eu e que tá de noite x)
Totalmente LOST em Nowhere, Alone in the Dark, vago pela avenida procurando a parada mais próxima quando percebo que não estou tão alone assim... Um grupo de garotos suspeitos estava sentado a alguns metros a minha frente, esperando o sinal fechar pra pedir umas moedas, talvez.
Cruzo a avenida com uma precavida pressa e quando passo por eles...
-Ei!
Continuo andando rápido e olhando fixamente pra frente, aliás, não deve ser pra mim.
-Ei, de boné!
Minha barriga mexe e me traz duas certezas: sou eu o cara que eles tão chamando e a comida da UFMA não combinou com meu organismo. Aiai... Não devia ter comido aquele feijão geneticamente alterados e aquele peixe de frescura suspeita!
-Ei mano, ta doido?
Olho para o lado. Pra minha surpresa e momentâneo alívio eu não sou o tal cara de boné. (UFA!) Era um que tava pedindo esmola lá de um carro e... Enfim, não importa. Logo depois do sinal vejo o que parece ser uma parada de ônibus e antes mesmo de eu chegar nela corro pra um que passa, sem ver nem seu nome. Qualquer lugar, por favor, menos aqui!
10 minutos depois chego a casa, não há ninguém. Pego o caderno e no banheiro esvazio tudo que tenho na cabeça e no estômago. Algum tempo depois transcrevo pro blog e... Cara, tenho três trabalhos pra fazer, duas provas pra estudar, uma apresentação pra treinar e um projeto pra construir! Por que, meu Deus, por quê? Dx
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